Rede Global de Cidades Inovadoras
Global Net of Innovative Cities
Políticas e ações de modernidade Em ações administrativas e equipamentos públicos
Local: Brasil
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Iniciado por José Antônio Batista Sacramento. Última resposta de José Antônio Batista Sacramento 22 Mar, 2011. 1 Resposta 0 Favoritos
Tags: planetario, museu, educação
Iniciado por Beatriz Hummell. Última resposta de Josué de Menezes 17 Set, 2010. 6 Respostas 0 Favoritos
Gostaria de aproveitar a oportunidade - visto que temos aqui diversos membros envolvidos com política e planejamento das cidades, estudiosos e interressados - para pedir exemplos de ações e políticas…Continuar
Tags: Brasil, modernidade
Iniciado por FREDERICO FLÓSCULO P. BARRETO. Última resposta de FREDERICO FLÓSCULO P. BARRETO 8 Maio, 2010. 4 Respostas 0 Favoritos
Peço todas as desculpas possíveis por ingressar no Grupo Modernidade, da Rede Global de Cidades Inovadoras, a convite do sr. Mário Rodrigues Filho, e já propor um tópico, mas esse ingresso é…Continuar
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Comentário de Maria Madalena Prybicz em 13 janeiro 2013 às 13:36 Olá Mario Rodrigues Filho - obrigada pelo convite! Modernidade é sempre bem vinda!
Comentário de Beatriz Hummell em 2 dezembro 2011 às 10:30 Curitiba entre as cidades mais inteligentes do mundo, segundo a Forbes
A cidade ficou em terceiro lugar
Fonte: Fábio Campana
A revista Forbes elegeu as 10 cidades mais inteligentes: 1. Singapura; 2. Hong Kong; 3. Curitiba; 4. Monterrey; 5. Amesterdan; 6. Seattle; 7. Houston; 8. Charleston; 9. Huntsville; 10. Calgary.
Esta lista conta apenas com uma cidade europeia, mas em contrapartida assinala Curitiba, no Brasil, como uma das cidades mais inteligentes do mundo. Os critérios seguidos tiveram em conta não apenas o desempenho ambiental das cidades, mas também a sua performance econômica, mobilidade e qualidade de vida.
A conjugação destes critérios levou à exclusão de megacidades como New York, São Paulo e Tóquio. A conclusão que parece emergir daqui é que as cidades com futuro deverão ser compactas e de relativa pequena dimensão, ambientalmente sustentáveis e economicamente proativas.
Veja a matéria na revists Forbes.
Comentário de Beatriz Hummell em 18 outubro 2011 às 10:43 Cidades inteligentes que nada: queremos um planeta inteligente
Por Cauê Fabiano
Publicada em 15 de outubro de 2011 às 09h00
Fonte: IDG Now!
Guruduth Banavar, vice-presidente global de tecnologia da IBM, acredita que qualquer cidade pode ser inteligente e que já existem bons exemplos por aí.
“Nosso objetivo é alcançar um mundo mais inteligente”, afirma Guruduth Banavar, vice-presidente global de tecnologia da IBM. O representante está na país para, junto com o brasileiro Ulysses Mello, cientista de pesquisa da IBM Research Lab, na qual os especialistas mostram como a Tecnologia da Informação pode melhorar a infra-estrutura, a vida dos cidadãos e até prever acidentes, difundir o conceito de cidades inteligentes no país.
Em março deste ano, a empresa inaugurou o primeiro laboratório de pesquisas da companhia no Hemisfério Sul e um Centro de Soluções para Recursos Naturais, que ajudará empresas dos segmentos de petróleo, gás e mineração a acelerar a adoção de tecnologias e estratégias de negócios inovadoras. A grande realização do laboratório brasileiro foi o sistema de previsão meteorológica criado para o Centro de Operações Rio, PMAR. Trata-se de um modelo matemático adaptado para a cidade do Rio de Janeiro que trabalha com dados de várias fontes, incluindo satélites meteorológicos, com o objetivo de prever a incidência de chuvas e possíveis enchentes com 48 horas de antecedência.
“É usar essas informações para entender o que está acontecendo ou o que vai acontecer. Não é apenas uma coleta de dados, mas sim uma forma para se planejar para o futuro” definiu Guruduth. De acordo com o especialista, qualquer cidade pode ser tornar inteligente e, apesar de que cada uma possua demandas ou prioridades distintas, existem três problemas frequentes que afetam as metrópoles ao redor do mundo: segurança pública, transporte e fornecimento energia.
Para combater a incidência crimes em São Paulo, por exemplo, Guru sugere um sistema que já sendo utilizado na cidade de Nova Iorque, chamado “depósito de informações de crimes”. Uma ferramenta para incidentes que necessitam de respostas rápidas, que reúne uma base de dados a respeito de diversas ocorrências de uma determinada região.
Para exemplificar, Banavar contou o caso de uma mulher nova iorquina que lembrava apenas uma característica do suspeito: uma tatuagem na nuca. “A partir desse detalhe, examinamos os dados e, a partir disso, procuramos por padrões que poderiam indicar a identidade da pessoa e o local onde o suspeito estaria” explicou. Com uma abordagem parecida com Minority Report (brincadeira rapidamente corrigida por Guruduth), o sistema de segurança de uma cidade inteligente poderia até mesmo prever crimes.
“Podemos [a partir desse depósito de informações] analisar a coleção de ocorrências e prever o tipo de crime que pode acontecer naquela região. Ao perceber uma aglomeração de pessoas antes de um jogo de baseball em uma região perigosa, você combina informações e câmeras de segurança e consegue responder às ocorrências mais rapidamente” enumerou.
Para uma cidade se tornar inteligente não depende apenas de iniciativas de empresa e do governo. É muito importante também que os cidadãos participem desse processo, e construam um ambiente melhor e uma parceria com seus representantes. “É fundamental que haja transparência. Tudo o que o governo fizer tem que estar disponível através do envolvimento dos cidadãos. Os dados podem ser colocados em um portal no qual os cidadãos tenham acesso. Além disso, as pessoas podem fornecer informações de maneiras mais efetivas, criando uma rede de informações e painéis de discussão, que podem debater como planejar as próximas mudanças", explica ele.
Isso já pode ser feito, através de uma tecnologia chamada Inovation Jam, que permite que as pessoas digam o que pensam, além de analizar padrões para encontrar padrões, mostrando onde as grandes ideias se encontram. Assim, os responsáveis podem ser mais precisos a respeito de onde as ações devem ser tomadas, seja com problemas de transporte ou de segurança.
Guruduth foi enfático e afirmou que qualquer cidade não só pode se tornar inteligente, como deve, principalmente por causa do declínio da infra-estrutura das grandes cidades e da direção tomada pelo planeta e seus recursos naturais. “Não podemos continuar assim, precisamos usar a informação para melhorar nossas vidas” disse.
A proposta de integração do projeto é ambiciosa, e, de acordo com o VP, as cidades são só um começo.
“O melhor lugar para começar são as cidades; é uma jornada, que não será uniforme. Primeiro as cidades, depois estados, países, e, depois o planeta. Claro que os resultados não poderão ser de 100%, mas estamos caminhando nessa direção” finalizou.
O programa Cidade e Soluções mostrou no último programa as soluções de monitoramento de algumas das principais cidades do mundo.
A cidade modernizada: questões acerca do viver urbano, dos conflito...
Link para o texto publicado pela PUC-SP sobre a cidade de São Paulo.
O ACIDENTE NUCLEAR no Japão está gerando uma série de discussões sobre a utilização de Usinas Nucleares (energia de baixo carbono, mas não limpa).
O Programa da Globo News, Cidades e Soluções de ontem à noite fez um pequeno debate que vale a pena assistir (para quem não viu ainda) e, se quiser, comente.
O link para o vídeo:
http://globonews.globo.com/videos/v/tragedias-no-japao-servem-de-al...
Comentário de Beatriz Hummell em 11 novembro 2010 às 11:36
Comentário de Beatriz Hummell em 8 novembro 2010 às 16:41
Comentário de Mauri Marchezini em 13 setembro 2010 às 18:37 World Urban Forum, em Nápoles, Itália, de 1 a 7 de setembro.
De 8 a 12 de outubro acontece a "3rd International Conference of Urban Biodiversity and Design" - URBIO 2012.
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